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Update 24-12-2007

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  Crítica ao Modelo Escandinavo do Welfare State
Martin De Vlieghere, Paul Vreymans e Willy De Wit


"O Modelo social americano é falho, mas o Francês também", escreveu recentemente o jornal parisiense Le Monde. De acordo com o jornal, a Europa deveria adotar o "Modelo Escandinavo", ao qual se atribui a eficência econômica do modelo anglo-saxão com os benefícios do Welfare State dos países continentais europeus. (...), até se disse que "a Inglaterra poderia ser forçada a debater as vantagens do modelo escandinavo, que se apóiam no aumento da previdência social."

Os elogios ao modelo nórdico vêm do Bruegel, um grupo de pensadores de Bruxelas, "que almeja contribuir com a qualidade do estabelecimentos de políticas na Europa." O grupo é uma inciativa Franco-Germânica e é fortemente financiado pelos governos da UE e suas corporações. Em outubro, o Bruegel publicou o estudo "Globalização e a Reforma dos Modelos Sociais Europeus", disseminando o modelo nórdico.

Um artigo do departamento de economia da Universisdade de Ghent faz o mesmo. O artigo, Uso de Política Fiscal e Crescimento: Por que a Zona do Euro está ficando pra trás, também foi subsidiado pelo governo. Na seleção de dados comparando a performance de países da UE, os autores arbitrariamente removeram a Irlanda, Espanha e Portugal (três dos quatro países com melhores performances na economia da UE) de sua pesquisa e adicionaram a Noruega, país produtor de petróleo que possui um PIB em que 20% de sua renda é proveniente do petróleo). É difícil de acreditar que os professores de uma das maiores universidades da Bélgica não estariam cientes de como essa escolha arbitrária pode distorcer os resultados. Dessa forma, deve-se ler esses textos mais como um panfleto ideológico do que um estudo científico.

Entretanto, a eficiência das maiores economias escandinavas é um mito, apesar do Bruegel, estudos acadêmicos distorcidos e o apoio da mídia européia. Os Welfare States da Suécia e da Finlândia estão atravessando um longo período de declínio. No começo dos anos 90 eles estavam virtualmente falidos. Entre 1990 e 1995 o desemprego cresceu 5 vezes. E tais países ainda não foram capazes de se recuperar.

A implosão do Welfare State

irish_success_storyEm 1970, o nível de prosperidade de Suécia estava um quarto acima do belga. Em 2003 a Suécia caiu do 5o para o 14o lugar no índice de prosperidade, dois lugares atrás da Bélgica. De acordo com os números da OECD, a Dinamarca era a 3a economia mais próspera do mundo em 1970, atrás de Suíca e EUA. Em 2003, Dinamarca era 7o. Finlándia também não conseguiu bons resultados. De 1989, a enquanto a Irlanda foi do 21o para o 4o lugar, a Finlândia caiu do 9o para o 15o lugar.

Juntamente com a Itália, esses três países escandinavos estão entre as economias de pior performance em toda a UE. Ao invés de tomá-las como exemplo, os políticos da Europa deveriam descartar tais receitas.


Empregos
scandinavian_modelEnquanto uma economia com desempenho ruim como a belga conseguiu criar 8% de novos empregos de 1981 até 2003, a Suécia e a Finlândia não foi capaz de criar nenhum emprego em duas décadas. A Dinamarca conseguiu se sair um pouco melhor pois ela "aqueceu" seu mercado de trabalho tornando-o mais "flexível". Ficou mais fácil para empregadores despedirem pessoas. Para trabalhadores da construção civil, o aviso prévio foi reduzido para 5 dias. Benefícios para desempregados foram limitados por tempo, e aqueles que estavam desempregados há muito tempo ou jovens que se recusassem a aceitar empregos poderiam perder seus beneficios, incluindo empregos de baixa capacitação que fossem abaixo do seu nível de treinamento e educação. O resultado é que o crescimento da produtividade na Dinamarca é menor do que na Suécia ou na Finlândia.

Essas medidas draconianas reduziram o nível de desemprego, mas não eliminaram a causa principal do desemprego, notadamente a total falta de motivação por parte dos empregados e empregadores, resultantes do extretamente alto nível de tributação. Apesar das medidas duras, o crescimento da produtividade e prosperidade da Dinamarca está abaixo do padrão. A decepção com os políticos Dinamarqueses é uma das razões para o crescimento da extrema direita.

Governo fraco, governo ruim

big government
Por que estariam os países nórdicos fazendo tão terrível trabalho, apesar de sua ética de trabalho protestante e de sua devoção ao dever? A causa principal é a essência do Estado-Babá: seu alto índice de impostos. Entre 1990 e 2005 a carga tributária média era de 55% na Finlândia, 58% na Dinamarca e 61% da Suécia. Isso é quase 50% a mais que a média da OECD.

Em sua pesquisa entre as causas das diferenças entre o crescimento nas economias da OECD, o economista americano James Gwartney mostrou que há uma correlação direta entre crescimento econômico e carga tributária. Quanto mais impostos, menor a taxa de crescimento. A explicação para esse fenômeno é tão lógica quanto é simples. Quanto maior o nível de impostos, menor o incentivo para que o povo faça uma contribuição positiva para a sociedade. Quanto maior a carga tributária, mais os recursos que fogem do setor produtivo para o aparato governamental, cada vez mais ineficiente.

Irlanda: a alternativa eficiente
A Irlanda provou que uma redução substancial do seu nível de tributação pode se tornar o motor para a impulsão de uma economia morosa e levá-la para velocidade máxima. Uma redução drástica da taxa de impostos na Irlanda, de 53% em 1986 para os atuais 35%, levou para um boom contínuo de criação de riqueza em uma taxa média de 5,6% durante as últimas duas décadas, ao passo que o número de empregos cresceu em 50%. Em 18 anos a Irlanda pulou do 22o para o 4o lugar no índice de prosperidade da OECD. A Irlanda não reduziu seus benefícios sociais. Ao contrário. Seu crescimento sem precendentes levou a um aumento de arrecadação fiscal e gastos sociais. Foi o suficiente para aumentar a produtividade do governo.

Um elemento crucial do modelo Irlandês é seu sistema de "imposto justo", em que há menos ênfase em tributar o trabalho e o lucro e mais ênfase em tributar o consumo. Esse equilibrio entre tributação direta a indireta motiva trabalhadores e empreendedores a realizar contribuições produtivas. Ele estimula novas iniciativas e garante um alto grau de participação.

Tal esquema fiscal não coloca todo o peso de financiar a previdência social na produção doméstica. Na verdade, um imposto sobre o consumo garante que a produção estrangeira também contribui igualmente.

O modelo irlandês combina o chamado "Estado Ativo de Bem-Estar Social" dos países continentais com a economia liberal anglo-saxã de uma forma bem equilibrada. O modelo é eficiente. A Irlanda ultrapassou todos os membros da UE em prosperidade, criação de empregos, gastos sociais e produtividade por hora de trabalho.

Investindo no futuro

A diferença entre o modelo destruidor de riquezas da Escandinávia e a alternativa irlandesa é óbvia para qualquer um. Estranhamente, porém, o governo francês e alemão parecem não perceber. Os belgas também não. O governo belga recentemente anunciou um novo plano de políticas inspirando-se no plano dinamarquês. Os impostos não são reduzidos, o peso fiscal não está sendo tirado da produção e colocado no consumo, mas de um fator de produção (trabalho) para outro (capital) que já está sobrecarregado.

Poupanças também são desencorajadas. Descontando a inflação e o imposto de manutenção, que de acordo com a diretiva de impostos sobre a poupança logo somará 35%, a taxa de juros reais será de -2%. Isso significa que toda pessoa com cerca de 30 anos de idade que estiver economizando 1 Euro hoje, só terá 0,54 Euro quando completar 60 anos. Em cerca de seis anos a taxa de poupança da Bélgica caiu em mais de um quarto: de 12.4% em 1998 para 9.1% em 2004. A taxa de poupança cairá ainda mais, e com isso acabará com as reservas para investimentos. Da mesma forma que o trabalho, as atividades de poupança e investimento devem ser lucrativas se precisam do envolvimento das pessoas.

Taxação Excessiva

2004 testemunhou um crescimento recorde mundial de 5%. China e Índia estão em franca expansão, enquanto EUA e Japão estão se recuperando. As descobertas de Gwartney explicam porque os países continentais da Europa Ocidental, como a Bélgica, não estão vendo o crescimento de suas economias. A carag tributaria belga é 9% maior do que a média da OECD e 15% maior do que EUA e Japão. Se a Europa Ocidental continental não mudar suas políticas, seu emprobecimento relativo brevemente se transformará em pobreza absoluta.

Sua estrutura de impostos não está adaptada para os desafios da globalização. Impostos sobre a produção são o oposto de impostos sobre importações. Eles dobram o custo de produção da Europa e, ao fazê-lo, cortam sua produtividade pela metade. Assim como o protecionismo eles levam a distorções no comércio mundial, e o fazem na direção oposta. Cada vez mais rapidamente, a Europa Ocidental Continental está perdendo seus setores de trabalho semi-intensivo para países onde a produtividade é ainda menor do que na Europa Ocidental. A mudança de países de alta produtividade para baixa produtividade é um desperdício. Não é apenas uma catástrofe para o emprego da Europa Ocidental, é também para o mundo todo uma vez que todo o aparato de alta produtividade e infraestrutura se encontram na Europa. Isso leva a uma divisão de trabalho mundial e a produção de riquezas em níveis sub-ótimos.

Políticos devem perceber que o crescimento econômico não se faz punindo fiscalmente seus cidadãos produtivos, nem por empobrecimento coletivo e cortes em programas sociais, mas pela redução de impostos e burocracia. A Irlanda mostrou que isso pode ser feito e como fazê-lo.


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The Path To Sustainable Growth
Lessons From 20 Years Growth Differentials In Europe
Martin De Vlieghere, Paul Vreymans

Abstract:    While the rest of the world is booming, Europe continues to lag behind. In spite of its high productivity, high level of development, knowledge and labour ethics,  Europe's growth is weak and remarkably dissimular among regions.  France, Germany and Italy are stagnating, and so do Denmark, Sweden and Finland. They all progressed with less than 44% over the last 20 years. The Irish economy grew 4 times faster, gaining 169% wealth over the same 20-year period. In half a generation Ireland metamorphosed into Europe's second richest country, creating jobs for all.
 
The main cause of Europe's weak growth is its oversized Public Sector.
Europe's public sector lacks productivity and is undoing the entire Private Sector's productivity gains, eradicating all of its outstanding performance and productiveness. Europe could improve its overall performance by copying the Irish success formulas: Scaling down big Public Spending, downsizing bureaucracy, and shifting the tax burden from income on consumption. This book shows with facts and figures why the Lisbon Agenda and decades of Keynesian demand stimulation have failed. It also devellops a workable supply-side strategy and effective cures for a humane and financially sustainable development.
 
This easy-reading book is destined to become a manual for economic recovery. It is a data-reference for students and politicians interested in wellfare, in growth, and in social models. It is a classic for economists concerned about Big Government, and for all citizens worrying about their children's future or questionning their declining standard of living.
Find the Summary here
 

martin_de_vlieghere

Dr. Martin De Vlieghere is economist and doctor of philosophy since 1993.  His PhD was written on the conditions of modernity in the works of Habermas and Hayek. He has been assistant professor at the Department of Philosophy of the University of Ghent. He is president of the "Free Association for Civilization Studies" and member of the board of directors of Nova Civitas. 
Paul Vreymans
is economitrist and advisor at the Free Institute for Economic Research. As a businessman he was a close and priviliged witness of Europe's industrial downfall and the rise of its bureaucratic society. He is a founding member of the Brussels' think tank "WorkForAll". 




 
 

PART 1 - The Economics of Taxation
In a first part of this working paper, we discuss the newest developments in macro-economic theory and taxation policies. We have special attention for theory relative to optimising tax receipts by Laffer (1985) and the Barro-Armey theories (1990-1995) concerning optimising prosperity growth and optinising income distribution. We compare the taxation policies in different social models, and have particular interest whether the Scandinavian model is suited for maximizing growth and creating new jobs.

PART 2 - The Causes of Growth Differentials: Empirical Research
In the second part we search for the causes of European growth differentials by means of multiple regression. The main conclusion is that two factors of the public policy mix cause weak growth performances: excessive public spending and a demotivating tax structure, on the one hand, and over- consumption with a lack of savings and investment on the other hand. We conclude that the public sector in most European countries is far too large, depriving the private sector of the recourses to realize its full wealth potential.

PART 3 - Ireland versus Belgium : A Case Study
In part three we make a case study analysing the performances of two countries with opposite public policies: Ireland's with low public spending and a flat tax structure and Belgium with high levels of public spending and a heavy direct tax burden. We analyse the effects on growth, budget, public debt, job creation and social expenditure. We conclude that only stimulation of the supply-side of the economy rescue Europe's generous social system and provide sustainable recourses for the challenges of its fast ageing population. This confirms the overwhelming importance of production and investment as the prime social objective.

Part 4 - Loosing Overweight: A slimming Cure for Big Governments.
In part four, we look at possible scenarios on how to reduce the public spending as the most effective way to restore dynamism and growth. On the basis of simulations we investigate the possibilities and consequences of a budget-freeze in real terms. We analyse whether pruning bureaucracy and the parasitical sector can free resources and return our workforce to its real task of creating wealth, and ultimately restore efficiency and competitivity of both private and public sector.

Free institure for economic research

            






Big Government equals Bad Governance:

Big Public Spending means high Taxes and poor Growth.

big government
source : http://www.house.gov/jec/growth/function/function.pdf

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